PAB apoia inclusão do polo aquático no Jogos Estudantis Brasileiros

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Foto: Divulgação

Os JEB’s foram confirmados para 2021, mas por enquanto, sem o polo aquático.

A PAB – Polo Aquático Brasil apoia a volta da modalidade ao JEBs (Jogos Estudantis Brasileiros).

Os membros da Confederação Brasileira do Desporto Escolar e o Secretário Especial de Esporte, Marcelo Magalhães divulgaram a volta dos Jogos no calendário esportivo estudantil em 2021. Serão 10 modalidades esportivas, incluindo a natação. A última vez que o polo aquático esteve no evento foi na edição de 1982.

Na avaliação de Alessandro Checchinato, Presidente da Liga PAB, O polo aquático no JEBs seria o principal combustível para ter a prática da modalidade nas escolas. ”Temos a estrutura e os profissionais capacitados para realizar essa nova formação.A volta para o JEB’s seria a consagração do desenvolvimento da base do nosso esporte fora do eixo RJ-SP, acreditamos que estamos preparados para dar mais esse passo”.

Leonardo Vergara é um belo exemplo de como a participação no JEB’s pode incentivar ainda mais à prática esportiva e a disseminação do polo aquático. O atual técnico do Clube Paineiras do Morumby jogou em cinco edições do JEBs pelo estado da Paraíba, sendo campeão em uma edição e em outra foi árbitro.

O JEBs foi um trampolim para o jogador, que depois foi contratado pelo Clube de Regatas do Flamengo.

“Estes Jogos foram de suma importância na minha formação como jogador e também no fomento do Polo Aquático no Norte e Nordeste. A Paraíba foi o único Estado fora do eixo Rio e São Paulo a ganhar este campeonato”, comentou Léo.

O treinador do Paineiras relembra quando venceu os Jogos em 1981. “Nós passávamos o ano inteiro, treinando e pensando no Jogos e consequentemente nos motivava a treinar e assim manter vivo o esporte no Estado. Com o término dos Jogos foi um banho de desânimo em todos os Estados praticantes”, disse.

O ex-jogador reforça a importância do polo aquático voltar ao Jogos Escolares. “A volta é fundamental para manter viva a modalidade no Brasil,  o Campeonato atinge uma idade importante e pode fazer com que mais crianças evoluam no esporte”, disse o paraibano de João Pessoa.

“A importância está em manter vivo o polo aquático em 14 estados da federação”, finalizou.

A PAB é formada por 13 clubes filiados: ABDA Bauru, Hebraica, Botafogo, Paulistano, Flamengo, Internacional de Regatas, Jundiaiense, Paineiras, Pinheiros, Fluminense, SESI, Hípica Bauru e Tijuca. Fundada em 2016, a entidade possui aproximadamente 500 atletas nas principais categorias de base: sub 14 e sub 16.

Sobre a PAB 

A Liga Brasileira de Polo Aquático (PAB) foi criada com o objetivo de difundir a modalidade no Brasil. Para isso ela busca o protagonismo de clubes, atletas e técnicos com foco no fomento do esporte no médio e longo prazo, evidenciando a visão coletiva que representa os interesses do polo aquático.

A Liga Brasileira de Polo Aquático foi fundada com a participação de dez clubes em março de 2016: Club Athletico Paulistano (SP), Clube Jundiaiense (SP), Clube Paineiras do Morumby (SP), Clube de Regatas do Flamengo (RJ), Esporte Clube Pinheiros (SP), Tijuca Tênis Clube (RJ), Fluminense Football Club (RJ), Clube Internacional de Regatas (SP),  Serviço Social da Indústria – SESI-SP (SP) e Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo.

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