Thiago Pereira comemora investimento na natação antes da Olimpíada de 2016

No fim do ano passado, Thiago Pereira participou da cerimônia de entrega do Bolsa Atleta Pódio, patrocínio do Governo Federal para a natação e outras modalidades. O nadador do Sesi-SP receberá o incentivo para os próximos três anos, justamente até a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro. O objetivo do programa é colocar o Brasil entre os top 10 do quadro de medalhas dos Jogos do Rio de Janeiro.

O atleta e o seu treinador, Alberto Silva, irão definir como será usado esse investimento. Equipamentos e materiais de ponta para a natação, viagens para competições no exterior e campings de treinamento são algumas das opções.

“A gente não tem tempo de errar. Esse valor da Bolsa Pódio ainda não é para a base e sim para os atletas do alto rendimento, que precisam ter tranquilidade para chegar e brilhar nos Jogos do Rio de Janeiro. Sempre digo que um nadador tranquilo é um nadador rápido”, reforçou Thiago Pereira.

“Espero que todo esse investimento não acabe após a Olimpíada de 2016 e o legado permaneça. Quero ver novos atletas surgindo para 2020, 2024 e assim por diante”. 

Uma das ideias de Thiago Pereira, que faz parte da Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), é fazer das escolas de todo País, centros de treinamento para revelar talentos.

“Os ministérios do Esporte e da Educação devem andar lado a lado. O incentivo às modalidades deve começar nos primeiros anos escolares. Se juntar as duas forças, os investimentos serão divididos. A partir dos colégios, as crianças começam a ficar motivadas. É nessa faixa que são feitas as escolhas. É preciso descobrir novas aptidões”, disse Thiago Pereira, patrocinado por Arena e Correios.

O atleta brasileiro acabou de voltar de Los Angeles, nos Estados Unidos. Thiago Pereira passou uma curta temporada na sede dos Trojans para aprimorar a parte física e treinar visando os próximos anos. Por lá, o nadador teve mais uma prova de que as escolas são os principais celeiros de futuros campeões.

“Os Estados Unidos dão exemplo nesse sentido. É fácil ver milhares de crianças nadando nas piscinas das escolas, jogando basquete ou praticando outra modalidade. Desse número de crianças saí um Michael Phelps e um Kobe Bryant. Essa seria uma grande saída para o esporte brasileiro”. 

 

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