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Samir Barel

Samir Botelho Barrel, um dos maiores nomes da Natação em águas abertas do Brasil, será o Diretor Técnico / Embaixador da modalidade no Aloha Spirit em 2017. Para resumir um pouco: Em 2016, o nadador concluiu a travessia do Canal da Catalina, percurso de 34k entre a Ilha de Santa Catalina e a costa norte da Califórnia, nos Estados Unidos. A travessia é um verdadeiro teste de força, resistência e concentração para os nadadores e principal desafio é nadar madrugada à dentro em uma área repleta de vida marinha, inclusive tubarões. Com esse feito, o ultramaratonista aquático se tornou o primeiro brasileiro a conquistar a famosa “Tríplice Coroa das Águas Abertas”, que é formada também pela Volta na Ilha de Manhattan e pela travessia do Canal da Mancha. Com tantas experiências na carreira, o atleta se tornou hoje a principal referências em ultramaratonas aquáticas no Brasil.

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Não é à toa que a travessia do Canal da Catalina faz parte do chamado “Desafio dos 7 mares”, que consiste nas maratonas aquáticas mais difíceis do mundo. O percurso de 34k entre a Ilha Santa Catalina e a costa californiana, no oeste dos Estados Unidos, possui correntezas imprevisíveis e por ser em uma área que atrai muitos tubarões, geralmente é realizado no período noturno, caminhando para o amanhecer.

Para se preparar para essa pedreira Samir Barel realiza neste sábado (7) um treino diferente e intenso. Serão sete horas nadando à noite pela orla da zona sul do Rio de Janeiro. A expectativa é nadar entre 25 e 30 quilômetros, passando pelas praias de Copacabana, onde será realizada a prova de maratona aquática dos Jogos Olímpicos do Rio2016, Ipanema e Leblon. A atividade será comandada por Renato Ribeiro da equipe Navegantes, especialista em treinamentos para atletas e equipes de alto rendimento em maratonas aquáticas. Barel foi convidado a se juntar ao grupo, que conta ainda com os Patricia Farias, Bernardo Almeida, Lucas França, Beatriz Puciareli, Carlos rosa, André Castrlucio, Gabriel Soares e Adherbal.

“É um processo muito importante para simular uma possível situação real no dia do Canal. A temperatura da água estará em torno de 19 à 20 graus, mas não será permitido o uso de neoprene, apenas sunga, touca e óculos de natação, mesmo critério exigido para a travessia nos Estados Unidos. Por serem muitas horas nadando sem pausa inclusive, a hidratação será com carboidratos líquidos e em gel, pêssego em calda (glicose), isotônico. Existe a possibilidade da entrada de uma frente fria com ressaca, isso pode deixar o mar bem mexido, dificultando ainda mais o cenário, mas estamos torcendo para tudo dar certo”, explicou o atleta de 33 anos.

Se conseguir concretizar a Travessia do Canal da Catalina, o nadador será o primeiro brasileiro a conquistar a “Tríplice Coroa das Águas Abertas”, as três provas mais duras da maratona aquática mundial, formada também pela Volta na Ilha de Manhattan, vencida por Samir em 2014, e a travessia do Canal da Mancha, realizada pelo atleta em 2015.

Samir Barel é natural de São José dos Campos (SP), mas reside em Campinas (SP), onde mantém sua base de treinamento na ELO Academia. Praticante de maratona aquática desde 2007, Barel já concluiu algumas das provas mais longas e difíceis do circuito mundial, tais como a tradicional travessia Hernadarias-Paraná, conhecida como a maratona aquática mais longa do mundo (88k), a famosa Volta na Ilha de Manhattan, nos Estados Unidos e a temida travessia do Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França, considerada o “Monte Everest das águas abertas”. Seu principal objetivo é divulgar a maratona aquática e mostrar os benefícios da modalidade, como possibilidade interagir com a natureza, conhecer lugares diferentes, trocar experiências com pessoas de todas as idades, superar as adversidades, além de promover a saúde e o bem estar dos praticantes.

Foto: Flavio Perez/OnboardSports

Um mês após superar a temida e fria travessia do Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França, Samir Barel volta aos mares europeus, mas, dessa vez, disputando uma das maratonas aquáticas mais charmosas do planeta. A travessia Capri-Nápoles tem 36km e é internacionalmente conhecida pela beleza da costa sul italiana. A prova foi disputada pela primeira vez em 1949 e sua importância para o circuito de águas abertas era tanta que até o ano de 1992 o vencedor era informalmente conhecido como campeão mundial. O percurso, que também encerra o Grand Prix da FINA, principal circuito de maratona aquática do mundo, não é novidade para o brasileiro. Em 2014, o nadador concluiu a prova em 6h56min28, todavia a experiência adquirida contribuiu para formular uma nova estratégia para a atual temporada.

“Percebi que as mulheres acompanham o pelotão de elite masculino por muitas horas. Sei que competir com os 10 primeiros do masculino seria loucura o nível deles é bem maior que o meu já que grande maioria é atleta profissional e se dedica tempo integral para isso, ao contrário de mim. Portanto, minha estratégia será acompanhar as mulheres até onde for possível e se eu estiver bem, vou tentar acompanhar os homens após a quebra de pelotão. Parece loucura, mas o nível das mulheres é tão alto que se eu conseguir ganhar delas, pode ser que eu esteja no Top-10 no masculino, o que seria uma grande alegria para mim”, afirma o atleta de 31 anos.

Depois de competir na Itália, Samir Barel segue para a Espanha, onde encontrará um grupo de alunos para qual ministra treinos e pretende realizar junto com eles a VIII Maratona Cadaqués, prova de 6,5km marcada para o dia 19 de setembro. “São aproximadamente 3.000 atletas, entre amadores e profissionais, participando da prova e as vagas já estão esgotadas a meses. O objetivo é proporcionar uma nova experiência para a galera, desfrutando uma travessia com diferentes pessoas, cultura, local, paisagem e muita diversão. Essas oportunidades ajudaram à alavancar minha carreira e espero ajudar outras pessoas a terem essa vivência, contribuindo para a evolução da modalidade no Brasil como um todo”, ressalta um dos principais embaixadores da maratona aquática no país.

Samir Barel é natural de São José dos Campos (SP), mas reside em Campinas (SP), onde mantém sua base de treinamento na ELO Academia. Praticante de maratona aquática desde 2007, Barel já foi campeão e recordista brasileiro nas provas 50 e 100 m livre e 200 m medley no final da década de 1990. Em 2013, concluiu a tradicional travessia Hernadarias-Paraná, conhecida como a maratona aquática mais longa do mundo (88k), e na temporada seguinte foi o vencedor da famosa Volta na Ilha de Manhattan, percurso de 45 quilômetros pelos rios East e Hudson, nos Estados Unidos. Em agosto de 2015, o brasileiro conseguiu superar a temida travessia do Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França, considerada o “Monte Everest das águas abertas”, devido as muitas dificuldades encontradas no percurso de 34k.

Brasileiro entra para o seleto grupo de 8% que conseguiram superar o chamado “Monte Everest das Águas Abertas”

Desafio: Cruzar o Canal da Mancha (entre a Inglaterra e a França) à nado
Data do Desafio: 08 de agosto de 2015
Percurso original: 34 quilômetros
Temperatura da água: aproximadamente 16 ºC (proibido o uso de neoprene)
Condições da água: correnteza forte
Percurso final (nadado): 46 quilômetros
Tempo: 10h14min

Missão dada, missão cumprida! Samir Barel mostrou mais uma vez é nada é impossível. E o desafio deste sábado (8) era nada mais nada menos que a conturbada travessia do Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França. O percurso de 34 quilômetros é um dos mais difíceis e prestigiados da maratona aquática mundial em razão das adversidades no trajeto. Para se ter uma ideia, em torno de 280 atletas largam da costa inglesa por ano, mas uma média de 38 nadadores, aproximadamente 8%, conseguem concluir o percurso, segundo dados da organização. Agora o paulista que mora em Campinas integra o seleto hall de desbravadores do Estreito de Dover, que teve como precursor o capitão da marinha mercante britânica Matthew Webb em agosto de 1875.

“É realmente uma prova especial, totalmente imprevisível e implacável. Larguei às cinco da manhã, no começo peguei uma temperatura boa no Canal, o dia estava bom, com sol, então acabei dando sorte no clima. Mas no final, a pouco mais de peguei uma correnteza imprevista no qual demorava praticamente 10 minutos para nadar um trecho curto de 100 metros, dada a força da corrente. Isso me atrasou bastante, no final acabei nadando 46 quilômetros para cruzar esse último trecho”, relatou o atleta de 31 anos.

Um dos principais embaixadores da maratona aquática no Brasil, Samir Barel está desde 2013 empenhado em realizar as principais e mais longas maratonas aquáticas do mundo. Até o momento, o nadador já colocou no currículo o título de campeão famosa Volta na Ilha de Manhattan, tradicional percurso de 45 quilômetros pelos rios East e Hudson, nos Estados Unidos, finalizou em sétimo lugar a tradicional maratona Hernadarias-Paraná, conhecida como a maratona aquática mais longa do mundo (88k) e em 2014 chegou a incrível marca de 300 quilômetros nadados, somando sua participação em seis das sete etapas do Grand Prix da FINA, principal circuito da modalidade. Depois de toda essa vivência, ainda contou com a experiência de Igor Souza, seu técnico e atual recordista de ida e volta do Canal da Mancha, para concluir a travessia que tem mais de 135 anos de história.

“Para mim essa prova representa uma verdadeira uma lição de vida, pessoal e profissional. envolve muita garra e determinação, além de muita disciplina e planejamento durante a preparação, que durou praticamente um ano. Estou muito feliz e agradecido pela força e apoio de todos, isso foi essencial para conclusão do desafio. Senti muito frio, muita dor no quadril, não consegui trabalhar tão bem a perna pela tensão, então nadei literalmente no meu limite. Foi uma prova realmente de muita superação. Fiquei admirado e agora respeito ainda mais essa prova”, finalizou o nadador, que ainda pretende realizar chamado “Desafio dos 7 mares”, concretizando as maratonas aquáticas mais difíceis do planeta.

Além do Canal da Mancha, integram esse circuito o Canal de São Jorge entre a Irlanda e a Escócia (33,7 km), o Estreito de Cook, O Canal Moloka’i entre as ilhas de O’ahu e Moloka’i no Havaí (43 km), o Canal de Catalina em Los Angeles (33,7 km), o Estreito de Tsugaru, entre Honshu e Hokkaido no Japão (19,5 km), e o Estrito de Gibraltar. Até hoje nenhum nadador conseguiu atravessar todos os sete canais naturais.

Aviso à imprensa: Samir Barel retorna para o Brasil no dia 16 de agosto e estará disponível para entrevistas.

Samir Barel é natural de São José dos Campos (SP), mas reside em Campinas (SP), onde mantém sua base de treinamento na ELO Academia. Praticante de maratona aquática desde 2007, Barel já foi campeão e recordista brasileiro nas provas 50 e 100 m livre e 200 m medley no final da década de 1990. É o atual campeão da I Copa Brasil de Maratona Aquática e em 2014 também foi o vencedor da famosa Volta na Ilha de Manhattan, tradicional percurso de 45 quilômetros pelos rios East e Hudson, nos Estados Unidos.

Chegou a hora de Samir Barel mostrar toda sua garra, ousadia, determinação, experiência e paixão pela maratona aquática. O nadador de 31 anos, encara entre os dias 5 e 12 de agosto, uma das provas mais difíceis e prestigiadas da maratona aquática mundial: O Canal da Mancha. O percurso de 34 quilômetros entre a Inglaterra e a França é conhecido como o “Monte Everest das Águas Abertas”, em razão das adversidades que existem no Estreito de Dover.

“Água fria, em torno de 15 graus, correnteza forte, vento, metragem longa, muitas embarcações de todos os formatos e tamanhos passando durante todo o percurso, mas tudo com muita segurança. Estou me preparando há mais de um ano para essa prova e estou bem confiante. Concluir essa façanha não é apenas um sonho, mas também uma oportunidade de mostrar para todas as pessoas que somos capazes de superar qualquer desafio. Basta termos planejamento, disciplina e muita determinação”, explica Samir Barel.

O nadador de Campinas enumerou as principais dificuldades e curiosidades da prova, explicando porque a travessia é uma das mais prestigiadas mundo afora. Confira:

O pioneiro
O primeiro a realizar a travessia do Canal nadando foi o capitão da marinha mercante britânica Matthew Webb em agosto de 1875, que percorreu todo o estreito de Dover em 21 horas e 45 minutos. Em razão da força das ondas, das correntes marítimas e muito difícil realizar o percurso em linha reta. O capitão Webb, por exemplo, nadou 61 quilômetros em ziguezague para alcançar o final do estreito.

Sem Neoprene
Para essa travessia, os atletas só podem usar sunga ou maiô, touca e óculos de natação. Para manter o calor do corpo é permitido apenas uma mistura de lanolina (90%) e vaselina (10%).

Mais de 8 horas nadando
Com o percurso atual, saindo de Dover (Inglaterra) com chegada em Calais (França), a travessia pode demorar de 8h30 até 12 horas para ser finalizada. Tudo depende das condições climáticas e do próprio canal no momento da passagem. É totalmente imprevisível saber em quanto tempo o atleta conseguirá completar o trajeto.

Hidratação
Para garantir energia durante tantas horas de natação, os técnicos acompanham os nadadores em barcos de apoio, a certa distância, oferecendo comidas ou bebidas bem calóricas com o auxílio de um bastão para que os atletas possam se alimentar sem parar de nadar.

Uma travessia para poucos
Segundo dados da organização, em torno de 280 atletas largam da costa inglesa por ano, uma média de 38 nadadores, aproximadamente 8%, conseguem concluir o percurso. De 1875 até 2011, atravessaram 904 atletas, largando da Inglaterra e chegando na França, e 195 atletas, saindo da França e desembarcando na Inglaterra (percurso que não existe mais), ou seja 1099 pessoas completaram a travessia em 136 anos – uma média de 8 pessoas atravessando por ano, desconsiderando a mudança do percurso e também a evolução dos nadadores.

Brasileiros na travessia
O primeiro brasileiro a concluir a travessia foi Abílio Couto em 1958, que realizou o feito em 12 horas e 45 minutos. De lá para cá, cerca de 20 brasileiros finalizaram a prova.

Recordes
O recorde da travessia pertence ao Australiano Trent Grimsey, concluindo o percurso em 6h55m50s em 2012. Já o recorde sul-americano é do argentino Claudio Plit, que demorou 8h58 para finalizar a prova em 1981. Entre os brasileiros, Ana Mesquita é a atual recordista, tendo completado o percurso em 9h40 em 1993, seguida por Tiago Sato, que fez 9h51 em 2010. Alias, o recorde de ida e volta pertence ao também brasileiro Igor de Souza (técnico de Samir Barel), que finalizou a prova em 18h33 em 1997.

Samir Barel é natural de São José dos Campos (SP), mas reside em Campinas (SP), onde mantém sua base de treinamento na ELO Academia. Praticante de maratona aquática desde 2007, Barel já foi campeão e recordista brasileiro nas provas 50 e 100 m livre e 200 m medley no final da década de 1990. É o atual campeão da I Copa Brasil de Maratona Aquática e em 2014 também foi o vencedor da famosa Volta na Ilha de Manhattan, tradicional percurso de 45 quilômetros pelos rios East e Hudson, nos Estados Unidos.

Um dos embaixadores da maratona aquática do Brasil, Samir Barel não poupou elogios para o Rio Negro Challenge, travessia inédita realizada neste sábado (2), em Manaus (AM). O percurso de 30k, entre a praia do Açutuba, em Iranduba, e a praia da Ponta Negra, zona oeste de Manaus, entrou para a história da modalidade, não apenas por ser a primeira prova disputada no mais extenso rio de água negra do mundo, mas por ter se tornado a maior ultramaratona aquática do País – e uma das maiores travessias em águas abertas do mundo.

“Foi uma prova muito legal, uma experiência fantástica. Houve trechos em que a temperatura da água na superfície alcançou 32 graus centígrados, acabei até ficando um pouco receoso, com medo do desgaste que isso poderia provocar. Mas fiz uma prova boa, progressiva, crescendo no momento certo. Foi uma ótima oportunidade para treinar a parte física e psicológica”, contou o atleta de 31 anos, que finalizou a travessia em 5h31min e cruzou a linha de chegada no quarto lugar geral, atrás apenas dos colegas Matheus Evangelista, campeão do desafio (5h22), e Marcos Campos, bronze (5h29), e do argentino Damián Blaum, segundo colocado (5h27).

O Rio Negro Challenge agora busca homologação da FINA (Federação Internacional de Natação) para integrar o Grand Prix de Águas Abertas em 2016, competição que reúne os melhores maratonistas aquáticos do mundo.“Estamos torcendo muito para que o Brasil consiga fazer parte de circuito. Isso não apenas ajudará no crescimento da maratona aquática no território nacional, como também irá contribuir para aumento do turismo no nosso país. É um lugar lindo, com uma cultura indígena muito forte e pouco explorada, que merece ser mais divulgada e conhecida. Esse é um dos principais benefícios da maratona aquática, proporcionar experiências em lugares novos e inusitados”, ressaltou Samir Barel.

O nadador, aliás, participa pelo segundo ano consecutivo do GP da FINA e já está escalado para a terceira etapa do Lago Saint Jean, no Canadá, marcado para 25 de julho. O brasileiro está na 12ª colocação do ranking.

Samir Barel é natural de São José dos Campos (SP), mas reside em Campinas (SP), onde mantém sua base de treinamento na ELO Academia. Praticante de maratona aquática desde 2007, Barel já foi campeão e recordista brasileiro nas provas 50 e 100 m livre e 200 m medley no final da década de 1990. É o atual campeão da I Copa Brasil de Maratona Aquática e em 2014 também foi o vencedor da famosa Volta na Ilha de Manhattan, tradicional percurso de 45 quilômetros pelos rios East e Hudson, nos Estados Unidos.

Para Samir Barel, a imprevisibilidade da natação em águas abertas é um dos principais atrativos da Maratona Aquática. Mas, neste sábado (2), o nadador paulista terá pela frente uma situação totalmente nova e desafiadora. Ele é um dos 20 convidados, entre brasileiros e estrangeiros, a participar do Rio Negro Challenge. O percurso inédito de 30k faz parte do recém-criado Festival das Águas, que ocorre em Manaus (AM), e irá buscar homologação da FINA (Federação Internacional de Natação) para integrar o Grand Prix Mundial de Águas Abertas.

“Será uma prova muito dura, a maior dificuldade será a visualização da água. Por ter PH mais elevado, a água local possui uma densidade menor, deixando mais pesada para a natação. Além disso, devemos encontrar uma temperatura alta, o que aumenta o desgaste ao longo do percurso.”, explica o atleta de 31 anos, um dos principais fomentadores da maratona aquática no Brasil. “A experiência com certeza será muito boa. Para mim é esse o espírito da maratona aquática: conhecer novos lugares, trocar experiências com atletas de várias naturalidades e ter a oportunidade de demonstrar para outras pessoas o bem estar que o esporte proporciona.”

Samir Barel também pretende fazer da prova no Amazonas um “treino de luxo” para uma façanha ainda maior. Em agosto, o nadador paulista irá realizar a travessia do Canal da Mancha, uma provas mais cobiçadas – e difíceis – da maratona aquática mundial. O trajeto entre a França e Inglaterra tem 34 quilômetros e é seu principal objetivo na temporada. “Todas as provas que venho participando desde o final de 2014 possuem condições diferenciadas, que agregam para esse grande desafio. Quanto mais condições adversas puder enfrentar, melhor para o meu condicionamento físico, psicológico e estratégico.”

Samir Barel é natural de São José dos Campos (SP), mas reside em Campinas (SP), onde mantém sua base de treinamento na ELO Academia. Praticante de maratona aquática desde 2007, Barel já foi campeão e recordista brasileiro nas provas 50 e 100 m livre e 200 m medley no final da década de 1990. É o atual campeão da I Copa Brasil de Maratona Aquática e em 2014 também foi o vencedor da famosa Volta na Ilha de Manhattan, tradicional percurso de 45 quilômetros pelos rios East e Hudson, nos Estados Unidos.

Em meio ao belo mar do Caribe, Samir Barel não pensava em outra coisa a não ser as águas frias e turbulentas doCanal da Mancha, uma das travessias mais cobiçadas da maratona aquática mundial. Durante a segunda etapa doGrand Prix da FINA, realizada neste sábado (25), o nadador brasileiro aproveitou as adversidades das águas quentes de Cozumel, no México, para focar no trajeto entre a França e Inglaterra, seu principal objetivo na temporada.

“Havia muita corrente contra na ida, porém muita corrente a favor na volta. Mas o nível da competição foi muito forte, os quatro primeiros colocados são especialistas em provas de 10k, e com isso aumentaram a intensidade da prova. Apesar do 15º lugar, volto para casa satisfeito pois passei por várias situações de correnteza, um ótimo treino para o Canal da Mancha”, contou o atleta de 31 anos, um dos embaixadores da maratona aquática no Brasil.

E para chegar bem preparado para o trajeto que une o Mar do Norte ao Atlântico, programado para agosto, Samir Barel, nem pensa em descanso. O paulista, aliás, já está contando as horas para um desafio inédito na Amazônia. No sábado (2), o atleta integra o grupo de 20 convidados, entre brasileiros e estrangeiros, que encaram o Rio Negro Challenge, ultramaratona de 30k que faz parte do recém-criado Festival das Águas. “Lá a correnteza será bem melhor que no México, mas faz muito calor e o ph da água é diferente, deixando a água um pouco mais pesada. Todavia são dificuldades normais da maratona aquática e é o que mais atrai os atletas.”

Samir Barel é natural de São José dos Campos (SP), mas reside em Campinas (SP), onde mantém sua base de treinamento na ELO Academia. Praticante de maratona aquática desde 2007, Barel já foi campeão e recordista brasileiro nas provas 50 e 100 m livre e 200 m medley no final da década de 1990. É o atual campeão da I Copa Brasil de Maratona Aquática e em 2014 também foi o vencedor da famosa Volta na Ilha de Manhattan, tradicional percurso de 45 quilômetros pelos rios East e Hudson, nos Estados Unidos.

Há quinze dias Samir Barel se tornou um dos primeiros atletas a desbravar e concluir o percurso inédito de 23k em torno da Ilha do Mel (PR). Neste sábado (25), o atleta de 31 anos encara pela primeira vez ás aguas quentes de Cozumel, maior ilha do México. O trajeto de 15k faz parte do Grand Prix de Maratona Aquática da FINA, que reúne os melhores nadadores de águas abertas do mundo.

“Dizem que a água de lá é cristalina, o que facilita muito a navegação e estratégia, já que conseguimos visualizar os adversários.com melhor clareza. A temperatura da água fica em torno de 28 graus, um pouco quente, mas que se torna um fator positivo para nós brasileiros. Nesta época do ano, a maioria das provas do Brasil apresenta esta condição. Mas temos previsão de muito vento que as vezes torna o mar mais difícil”, explica o nadador, que é um dos embaixadores da maratona aquática no Brasil.

A prova no paradisíaco Mar do Caribe também faz parte da preparação de Samir Barel para um desafio grande e ousado. Em agosto, o nadador irá realizar a emblemática Travessia do Canal da Mancha, entre a França e a Inglaterra. “Espero mais uma vez avaliar como está meu condicionamento físico, psicológico e estratégico. Todas as provas que venho participando possuem condições diferenciadas, uma experiência que agrega muito para chegar bem no Canal”, ressalta o atleta, que também está confirmado no Rio Negro Challenge 30K, prova inédita marcada para 2 de maio.

Samir Barel é natural de São José dos Campos (SP), mas reside em Campinas (SP), onde mantém sua base de treinamento na ELO Academia. Praticante de maratona aquática desde 2007, Barel já foi campeão e recordista brasileiro nas provas 50 e 100 m livre e 200 m medley no final da década de 1990. É o atual campeão da I Copa Brasil de Maratona Aquática e em 2014 também foi o vencedor da famosa Volta na Ilha de Manhattan, tradicional percurso de 45 quilômetros pelos rios East e Hudson, nos Estados Unidos.

Samir Barel e Marcos Campos fizeram história neste sábado (11). Os nadadores paulistas se tornaram osprimeiros à contornar nadando a Ilha do Mel, no litoral paranaense. Foram 4h30 para concluir o trajeto inédito de 23 quilômetros. A façanha faz parte do Desafios Aquaman, projeto que busca explorar novos percursos em águas abertas, promovendo assim a maratona aquática em todo Brasil.

“A prova não poderia ter sido melhor. Temperatura da água e condições climáticas ideais para nadar. Um local belíssimo, com diversos pontos para prática de esportes, como caminhada, corrida de aventura, mergulho, surfe, stand up paddle, entre outros, além de uma estrutura muito aconchegante para recepção de todos os tipos de público. Certamente fizemos a escolha certa para incentivar a prática da maratona aquática e da vida saudável”, comentou Samir Barel, que aproveitou a prova para se preparar para os 15k de Cozumel (México), segunda etapa do Gran Prix da FINA, agendada para o fim do mês.

O feito histórico contou um “apelo” motivacional. Ao contrário da proposta original, que é realizar o desafio solo (tendo apenas os dois nadadores como protagonistas), a prova deste fim de semana ocorreu em parceria com o evento inaugural da equipe Correr e Nadar, especialista em organizar provas diferenciadas e de excelência dentro do esporte. Com isso, se juntaram à dupla aquaman outros 200 atletas – 100 da natação, 20 do stand up paddle e 80 dos caiaques.

“O fato de ter realizado a prova com outras pessoas permitiu não apenas compartilhar e trocar experiências, como motivar ainda mais gente na modalidade. Por isso, cada braçada valeu mais do que o resultado final”, destacou Marcos Campos, que será um dos destaques da Maratona Aquática Amazonas 2015, marcada para o mês de maio.

O próximo Desafios Aquaman está agendado para o mês de outubro. Samir Barel e Marcos Campos irão realizar a primeira Volta à Ilha de Parintins, localizada no coração da Floresta Amazônica. O percurso terá 27 quilômetros.