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Luta Olímpica

A brasileira Aline Silva ficou com a medalha de prata da categoria até 75 kg do Campeonato Pan-Americano Sênior de Wrestling (luta olímpica), disputado neste sábado (6), em Salvador, na Bahia. Foi a sétima medalha da atleta paulista, que defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, nesse evento desde 2006. Na capital baiana, Aline Silva venceu três lutas e perdeu apenas uma, justamente para a campeã, a canadense Justina Di Stasio.
”Estou muito contente pelo resultado e pela forma como lutei. O Pan teve um formato diferente, com cinco lutas no mesmo dia, todas contra todas. Mesmo perdendo a primeira, consegui impor meu estilo e sair com a prata, ganhando as rodadas seguintes. As lutas foram muito duras”.
Aline Silva começou perdendo por 7 a 0 para a canadense Justina Di Stasio. Na rodada seguinte, a atleta do Sesi-SP bateu a colombiana Andrea Gutierrez por 3 a 0. Contra a norte-americana Victoria Francis, Aline passou com 10 – 0, e na última outra vitória: 3 a 2 sobre a venezuelana Soleymi Hernandez.
A atleta do Sesi-SP comemorou o resultado na Bahia, um bom início para sua campanha para Tóquio 2020. ”O nível das adversárias é cada vez mais forte no wrestling mundial e ficar entre as primeiras no seu continente é mais do que especial, um bom sinal para as próximas”.

Atleta se prepara para a Rio 2016 em mais um evento de ponta da luta olímpica

A brasileira Aline Silva disputa, nesta sexta-feira (26), mais um evento internacional no wrestling, modalidade também chamada de luta olímpica. A atleta do Sesi-SP e da Marinha do Brasil será destaque do Pan-Americano Sênior, que será realizado na cidade de Frisco, nos Estados Unidos. O objetivo da paulista é se consolidar entre as melhores do mundo na categoria até 75 kg e chegar pronta para a Rio 2016. ”O pan da minha categoria é um evento importante no calendário. As atletas do continente estão sempre nos pódios dos principais campeonatos. O nível, por isso, fica ainda mais forte, já que qualquer detalhe faz a diferença quando as meninas conhecem os estilos”.

Para Aline Silva, a motivação só aumenta com a proximidade dos Jogos. Além disso, a brasileira está escalada para competir seu terceiro campeonato internacional em menos de um mês. ”O ano começou voando e já pude sentir o gostinho do evento-teste da Rio 2016 e passar um período na Ucrânia, competindo e treinando. Vamos com tudo em busca de mais um pódio”. No evento-teste da luta olímpica, que ocorreu no fim de janeiro, no Rio de Janeiro (RJ), Aline Silva ficou com a medalha de bronze. Já no Torneio Internacional da Ucrânia, realizado no domingo (14), com a segunda colocação.

Aline é dona do melhor resultado do País na história da luta olímpica. Em 2014, Aline chegou na decisão do Mundial da modalidade e ficou com a prata. A atleta do Sesi-SP é uma das principais esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. A boa regularidade de Aline nos últimos tempos é um fator positivo para quem sonha em brilhar em uma Olimpíada em casa. Além do bronze no Pan de Toronto, a atleta do Sesi-SP alcançou em 2015 seu 13ª título brasileiro de luta olímpica na categoria até 75kg, ficou em terceiro lugar do pan-americano da modalidade no Chile. Em 2014, a lutadora também faturou o ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Mundial Militar e no Grand Prix de Paris, alcançando o 3° lugar no ranking mundial.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia e Angel Aldama. A atleta de 29 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio de Auto Shopping Global e Caixa Econômica Federal.

Classificada para os Jogos Olímpicos de 2016 na modalidade wrestling / luta olímpica, Aline Silva recorreu ao financiamento coletivo pela internet da Kickante para buscar mais apoio para os seus treinamentos. A atleta da categoria até 75 kg não tem adversárias e parceiras de treino com as mesmas características e por isso seu marido Flávio Ramos é quem faz o trabalho de sparring nas atividades diárias. O problema é que a Confederação dela não tem condições de bancar as viagens de seu companheiro de treinos. Por isso, a medalhista pan-americana e mundial decidiu buscar o apoio dos fãs e internautas para captar recursos para manter seu sparring.

”Essa campanha é para somar forças ao meu treinamento para a Olimpíada. Vou investir em levar o Flávio para os eventos e treinamentos fora de São Paulo. Ele me ajuda muito aqui no Brasil, porém ainda preciso dele no dia-a-dia. A confederação promete nos apoiar, mas não em todas as competições. Não é fácil achar meninas disponíveis, às vezes quando são minhas adversárias diretas algumas preferem não treinar muito comigo e nos campeonatos preciso dele para aquecer e para os últimos treinos antes das lutas”, disse Aline Silva.

Quem ajudar na campanha terá recompensas da própria lutadora.Para contribuir com no mínimo R$ 10 basta acessar http://www.kickante.com.br/campanhas/treinamento-para-olimpiadas-na-luta

A representante do Sesi-SP e da Marinha do Brasil é dona do melhor resultado do País na história da luta olímpica. Em 2014, Aline chegou na decisão do Mundial da modalidade e ficou com a prata. Aline é uma das principais esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016, que ocorrem em menos de um ano no Rio de Janeiro. A boa regularidade dela nos últimos tempos é um fator positivo para quem sonha em brilhar em uma Olimpíada em casa. Além do bronze no Pan de Toronto 2015, nesta temporada, a atleta do Sesi-SP alcançou seu 11ª título brasileiro de luta olímpica na categoria até 75kg e ficou em terceiro lugar do pan-americano da modalidade no Chile. Em 2014, a lutadora também faturou o ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Mundial Militar e no Grand Prix de Paris.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 28 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal.

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e no site http://alinesilvalutaolimpica.com.br

Depois do bronze em evento continental, atleta do Sesi-SP volta às atividades em Osasco

A vice-campeã mundial Aline Silva voltou nesta semana aos treinos de luta olímpica. A atleta, que recentemente conquistou o bronze no Pan da modalidade no Chile, se prepara para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, que serão disputados em julho. Nesse período de dois meses, os treinos serão divididos entre o Sesi de Osasco e no Rio de Janeiro. Aline Silva deve também disputar competições no Brasil.

“O Pan de Toronto e o Mundial de Las Vegas são meus principais objetivos da temporada. Por isso, não posso relaxar nem um minuto, pois a minhas adversárias certamente estão fazendo o mesmo”, disse Aline Silva.

O Mundial de Luta Olímpica será disputado em setembro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. A atleta defenderá o vice-campeonato no evento. No Pan, Aline Silva também entra como atual vice-campeã da categoria até 75kg.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 28 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal. A paulista conquistou o maior resultado da luta olímpica brasileira ao ficar em segundo lugar no Mundial de 2014

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A brasileira Aline Silva conseguiu mais um importante resultado em sua carreira. A atleta ficou com a medalha de bronze no Pan-Americano de Luta Olímpica, realizado neste sábado (25), em Santiago, no Chile. Competindo na categoria até 75kg, Aline Silva aprovou seu desempenho e projetou mais dificuldade nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, em julho. “O chaveamento, mais uma vez, foi bastante difícil e logo de cara enfrentei uma norte-americana e a cubana Lisett Medina. Acredito que esses duelos e um possível com a canadense , atual campeã, vão se repetir em Toronto e será a hora da revanche”, disse Aline Silva.

A brasileira derrotou a venezuelana Jaramitt Guanipa e ficou em terceiro lugar. A sua estreia foi com vitória sobre a norte-americana Jackie Catelina e depois o duelo que poderia ter sido uma final contra a cubana Lisett Medina. “São atletas bem fortes e é preciso estar atenta a todos os detalhes. O resultado foi positivo, mas sei que posso melhorar muito mais”. O ouro ficou com a canadense Justina Di Stasio, que bateu a cubana na final.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 28 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal.

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Atleta brasileira tem mais uma competição de alto nível antes do Pan de Toronto e Mundial. Aline também fala dos 500 dias para a Rio-2016

Aline Silva está de malas prontas novamente. Depois de competir na França e na Suécia, e de conquistar os títulos paulista e brasileiro de luta olímpica, a atleta embarca para a disputa do Open da Mongólia, de 27 a 29 de março. Mais uma chance de testar seu jogo contra as melhores atletas do mundo e se preparar para os principais desafios da temporada, principalmente o Pan de Toronto. “Todo atleta precisa de intercâmbio e de ritmo de competição. Melhor ainda enfrentar suas possíveis adversárias em eventos como Mundial e Olimpíada”, disse Aline Silva da categoria até 75kg. “Estou ansiosa pra mais esta participação internacional, espero que o Open na Mongólia seja bem proveitoso pra nossa preparação rumo ao Pan de Toronto”.

Representante da Marinha do Brasil e do Sesi-SP, Aline Silva é atual vice-campeã pan-americana. Na semana retrasada, a atleta foi pela 11ª vez campeã brasileira de luta olímpica, no evento disputado no ginásio do CEFAN, no Rio de Janeiro (RJ).

500 dias para a Rio-2016

Nesta terça-feira (24), começa a contagem regressiva de 500 dias para a Rio-2016. Aline Silva sonha em fazer sua estreia olímpica no Brasil e de quebra faturar uma medalha no Rio de Janeiro.

“É o meu sonho de vida e estou trabalhando diariamente para conseguir a minha vaga e defender meu País. Todos os atletas terão muito apoio da torcida brasileira e certamente serão guerreiros nas quadras, tatames, pistas e estádios. Quero elevar ainda mais o nome e o nível da luta olímpica brasileira”, contou a atleta do Sesi-SP.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 28 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal.

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Atleta do Sesi-SP se torna pela 11ª vez a melhor do País na categoria até 75kg

A paulista Aline Silva conquistou, neste sábado (14), o seu 11ª título brasileiro de luta olímpica na categoria até 75kg. A atleta do Sesi-SP venceu todas as lutas no Rio de Janeiro (RJ), mostrando que está em forma e motivada para um de seus principais desafios na temporada: os Jogos Pan-Americanos de Toronto. “Antes do campeonato começar, eu já esperava muita dificuldade. Isso realmente ocorreu, provando que a evolução da modalidade existe. Por isso, cheguei bem preparada para a competição nacional e fiz tudo o que estava programado”.

O Brasileiro Sênior teve como vice-campeã na categoria de 75kg a paranaense Leticia Lalli. Completaram o pódio Mileide Oliveira (RS) e Keila Silva (GO). O evento foi disputado no ginásio do CEFAN, no Rio de Janeiro.

Representante da Marinha do Brasil e do Sesi-SP, Aline Silva é atual vice-campeã pan-americana. Agora, ela quer subir de degrau no pódio no Canadá. “Todos os eventos internacionais no primeiro semestre e a na temporada de treinos em São Paulo e no Rio de Janeiro serão importantes para chegar com tudo em Toronto. Sei que posso brigar pelo ouro”.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 28 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Próximo desafio da vice-campeã é o Brasileiro da modalidade, que ocorre no Rio de Janeiro (RJ)

Aline Silva está acostumada com o pódio na luta olímpica. Não foi diferente neste fim de semana em Itanhaém (SP). A atleta do Sesi-SP foi campeã paulista pela 11ª vez na sua carreira na categoria até 75kg. Foram duas vitórias em duas lutas. O resultado garante vaga no Brasileiro para vice-campeã mundial na modalidade. A competição nacional está marcada para o próximo fim de semana no Rio de Janeiro (RJ).

“Consegui o objetivo inicial que era ser campeã paulista. O próximo é ser ouro também pela 11ª vez no Brasileiro. Por isso já estou concentrada para esse desafio”, comentou Aline Silva, que ganhou um protetor bucal com seu nome, um presente da dio Sport.

Mesmo com sua hegemonia no Brasil, a atleta do Sesi-SP espera cada vez mais dificuldades na competição no Rio de Janeiro (RJ). “Os campeonatos estão mais fortes e isso é importante para o crescimento da luta olímpica. Ter atletas de nível competindo contra é fundamental para a evolução da modalidade”. Os principais objetivos de Aline Silva na temporada são os Jogos Pan-Americanos de Toronto e o Mundial.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 27 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal.

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Para as mulheres guerreiras
Por Aline Silva – vice – campeã mundial de luta olímpica e medalhista pan – americana. A atleta defende o Sesi-SP

Olá leitores do LANCE!. Fiquei muito feliz ao ser convidada para representar as mulheres guerreiras nesse Dia Internacional das Mulheres. Toda atleta tem grandes histórias pra contar sobre as dificuldades enfrentadas em sua trajetória, no seu dia-a-dia. Comigo não é diferente. Comecei no esporte com o judô, não tinha dinheiro nem pra comprar o quimono, por exemplo. Sem contar outras coisas que custam dinheiro. Mas, como toda história de sucesso, um anjo da guarda me ajudou. Minha mãe Lídia sempre me apoiou, nas horas mais difíceis e nas vitorias. Uma mãe guerreira e sempre presente, digna de todas as homenagens nessa data.

Após a minha decisão de migrar para a luta olímpica, uma modalidade até então desconhecida no país e distante da realidade vitoriosa do judô, não demorou muito e os resultados começaram a aparecer. Fui vice-campeã mundial júnior em 2007. Mas as dificuldades não cessavam, principalmente a financeira. É nessa hora que é preciso ter garra e perseverança para continuar insistindo no sonho. Já na faculdade, passava de sala em sala vendendo lanche natural, alfajor, toalhinha bordada, e tudo mais que fosse possível para ajudar nas contas… trabalhei até como “faz tudo” em uma empresa de ofurô de um sensei de judô, só para pagar um camping de treinamento. Confesso que na época cheguei a trabalhar até com tala no pé (um machucado adquirido em treino), mas como precisava do dinheiro eu não podia deixar de ir.

São muitas histórias, de muito esforço, mas todas elas culminaram em uma só história: me tornei referência na modalidade e fui vice-campeã mundial em 2014. Um resultado inédito e que será defendido com toda minha garra. Por isso, agradeço muito a Deus por todo caminho que trilhei, principalmente pelas dificuldades, muito do que sou hoje devo a elas.

Certamente você leitor deve conhecer uma mulher que tenha uma realidade parecida. Que luta, constrói família e que não desiste. Essa é a minha história, mas poderia ser outra brasileira no esporte, na escola, no trabalho e na vida. Por isso, aproveite a data e preste sua homenagem para todas as mulheres guerreiras.