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fLÁVIO rEITZ

O paratleta Flávio Reitz venceu, neste sábado (22), a prova do salto em altura do Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Mesmo com chuva e frio, o saltador da categoria T42 se superou e fez 1.75m, melhor início de temporada de sua carreira. Comparando com a temporada passada, a marca foi 10 centímetros superior.

O paratleta Flávio Reitz venceu, neste sábado (22), a prova do salto em altura do Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Mesmo com chuva e frio, o saltador da categoria T42 se superou e fez 1.75m, melhor início de temporada de sua carreira. Comparando com a temporada passada, a marca foi 10 centímetros superior.

”Foi uma estreia especial na temporada 2017. A marca é expressiva, bem próximo do meu melhor. O ano promete e tenho mais duas chances de atingir o índice para o Mundial de Atletismo Paralímpico. A evolução é significativa e meu objetivo é manter essa progressão, pois para obter o índice, que é muito forte”, disse Flávio Reitz, que tem como melhor marca 1.80m. O índice é 1,87 m. No evento, o paratleta até tentou saltar para a marca, mas derrubou o sarrafo em três oportunidades.

As próximas competições do paratleta serão na Argentina, em maio, e mais uma etapa do Open em São Paulo, em junho. Ambas valem vaga para o Mundial de Atletismo, que será em Londres, na Inglaterra.

Mais sobre Flávio Reitz

Em 2002, aos 15 anos, ele descobriu um tumor maligno no fêmur da perna esquerda, que teve que ser amputada (aos 16 anos) após a quimioterapia não eliminar o câncer. Em 2008, ele começou no esporte adaptado, mais precisamente no handebol em cadeira de rodas.

Através do handebol, em 2009 conheceu a cidade de Itajaí, onde a convite do Clube Roda Solta, iniciou treino nas provas de arremesso e lançamento, no atletismo, e em 2010 teve seu primeiro contato com o salto em altura.

Foi em 2010, quando Aline Rita de Barros, esposa de Flávio, o convenceu a começar na modalidade. Com os treinamentos certos, um ano e meio depois ele já estava na maior competição paradesportiva do mundo: os Jogos Paralímpicos de Londres 2012. O paranaense foi o quinto colocado na categoria T42, batendo o recorde brasileiro do salto em altura, na sua primeira disputa internacional (salto de 1,68m).

Flávio Reitz conquistou medalha de prata nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015, com um salto de 1,74m, na classe T42/44/47, com paratletas amputados ou com má formação em algum membro. Em Toronto, sua classe foi unificada com outras duas para diferentes tipos de amputação. Com o salto de 1,74m, ele quebrou o recorde parapan-americano da classe T42, e ficou com a prata.

No inicio de 2015, assumiu como presidente do Clube Roda Solta (entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades esportivas para pessoas com deficiência em Itajaí/SC e região), onde agora além de atleta, também pode auxiliar e influenciar outros atletas com potencial, para que continuem evoluindo e conquistando títulos.

O paratleta de 30 anos ficou, na sua segunda Paralimpíada (Rio2016) com o nono lugar. Competindo em casa, seu salto na final foi de 1,71m. Em sua ainda curta carreira, Flávio já venceu muitos torneios como a etapa Regional Rio/Sul do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, além do Parajasc e etapas nacionais do Circuito Loterias Caixa de Atletismo.

O paratleta Flávio Reitz disputa, neste sábado (22), o Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Especialista no salto em altura na categoria T42, o medalhista de Toronto 2015 encara o desafio como início de sua campanha para os Jogos de Tóquio 2020. O evento pode valer classificação para o Mundial de Atletismo Paralímpico deste ano.

”Meu sonho é voltar a defender o Brasil em uma paralimpíada, mas até lá tem muitos saltos pela frente, como circuitos nacionais, internacionais, mundiais e pan. Fiz a minha estreia em Londres 2012 logo após iniciar na modalidade e no ano passado fui nono na Rio 2016. Meu trabalho é de excelência para sempre superar minhas metas”.

Mas para chegar em Tóquio, o paratleta quer se destacar em campeonatos importantes e um deles é o Circuito de Atletismo, que pode dar uma vaga ao Campeonato Mundial da categoria, marcado para julho, em Londres, na Inglaterra. ”Tenho que saltar bem em todas as competições e ter ritmo de prova. Cada degrau faz parte desse meu objetivo final”.

Flávio Reitz mora e treina em Santa Catarina, na cidade de Itajaí. Além das atividades relacionadas à sua modalidade, o paranaense de Francisco Beltrão treina o crossfit.

Mais sobre Flávio Reitz

Em 2002, aos 15 anos, ele descobriu um tumor maligno no fêmur da perna esquerda, que teve que ser amputada (aos 16 anos) após a quimioterapia não eliminar o câncer. Em 2008, ele começou no esporte adaptado, mais precisamente no handebol em cadeira de rodas.

Através do handebol, em 2009 conheceu a cidade de Itajaí, onde a convite do Clube Roda Solta, iniciou treino nas provas de arremesso e lançamento, no atletismo, e em 2010 teve seu primeiro contato com o salto em altura.

Foi em 2010, quando Aline Rita de Barros, esposa de Flávio, o convenceu a começar na modalidade. Com os treinamentos certos, um ano e meio depois ele já estava na maior competição paradesportiva do mundo: os Jogos Paralímpicos de Londres 2012. O paranaense foi o quinto colocado na categoria T42, batendo o recorde brasileiro do salto em altura, na sua primeira disputa internacional (salto de 1,68m).

Flávio Reitz conquistou medalha de prata nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015, com um salto de 1,74m, na classe T42/44/47, com paratletas amputados ou com má formação em algum membro. Em Toronto, sua classe foi unificada com outras duas para diferentes tipos de amputação. Com o salto de 1,74m, ele quebrou o recorde parapan-americano da classe T42, e ficou com a prata.

No inicio de 2015, assumiu como presidente do Clube Roda Solta (entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades esportivas para pessoas com deficiência em Itajaí/SC e região), onde agora além de atleta, também pode auxiliar e influenciar outros atletas com potencial, para que continuem evoluindo e conquistando títulos.

O paratleta de 30 anos ficou, na sua segunda Paralimpíada (Rio2016) com o nono lugar. Competindo em casa, seu salto na final foi de 1,71m. Em sua ainda curta carreira, Flávio já venceu muitos torneios como a etapa Regional Rio/Sul do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, além do Parajasc e etapas nacionais do Circuito Loterias Caixa de Atletismo.

Foto: Victor Schneider