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Aline Silva

Aline Silva, atleta de wrestling, escreveu ao LANCE! sobre as novas oportunidades para os atletas, como palestras e clínicas para empresas e instituições. Leia na íntegra!
Tudo bem, pessoal? Obrigada pelo espaço e por poder escrever um pouco sobre a luta olímpica ou wrestling! Hoje falo sobre as oportunidades que os atletas têm fora do campo de jogo para divulgar seu esporte e suas histórias. Nas palestras eu compartilho um pouco sobre a minha história e sobre a rotina de treinos do atleta de alto rendimento e todos os desafios que enfrentamos, além de mostrar que estes desafios são como os de qualquer cidadão comum no seu dia-a-dia, só que com um alto índice de rendimento focando sempre nos resultados.
É muito legal ver a cara de curiosidade das pessoas sobre a minha rotina, a forma com que tenho que perder peso em pouco tempo para subir na balança antes da luta. Eles querem saber também como mantenho a motivação para virar uma luta ou entrar numa repescagem para o tudo ou nada. Motivar as pessoas a alcançar seus objetivos e servir de exemplo pra elas é muito especial. Isso faz parte da minha formação como atleta e das instituições que estão ao meu redor. Quem me orienta nesse mundo das palestras é o professor Édison Andrades, um verdadeiro mestre nesse segmento.
Bom, agora atualizo os resultados que tenho obtido na luta olímpica. Recentemente, a cidade de Salvador, na Bahia, sediou o Pan-Americano da modalidade. Meu resultado foi muito bom após quatro lutas disputadas! Uma medalha de prata na categoria até 75 kg com três vitórias e apenas uma derrota, justamente para a campeã. Me senti muito feliz e motivada para esse ciclo olímpico de Tóquio 2020.
Antes do Pan, tive a oportunidade de treinar em um camp de wrestling no Canadá. Foram quase dois meses de muito treinamento de luta, parte física e estudo sobre a modalidade. Graças ao Sesi-SP, que é meu clube, tive uma oportunidade de ouro, que vai servir muito para a minha campanha olímpica.
E por falar no Sesi, gostaria de parabenizar a iniciativa da unidade de Cubatão (SP), que investe na luta olímpica. O treinador Flávio Ramos é o responsável pela formação de futuros campeões da modalidade. Os primeiros resultados já começam a aparecer em campeonatos de base.
Obrigada pelo espaço novamente no LANCE! Até a próxima, pessoal.

A brasileira Aline Silva ficou com a medalha de prata da categoria até 75 kg do Campeonato Pan-Americano Sênior de Wrestling (luta olímpica), disputado neste sábado (6), em Salvador, na Bahia. Foi a sétima medalha da atleta paulista, que defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, nesse evento desde 2006. Na capital baiana, Aline Silva venceu três lutas e perdeu apenas uma, justamente para a campeã, a canadense Justina Di Stasio.
”Estou muito contente pelo resultado e pela forma como lutei. O Pan teve um formato diferente, com cinco lutas no mesmo dia, todas contra todas. Mesmo perdendo a primeira, consegui impor meu estilo e sair com a prata, ganhando as rodadas seguintes. As lutas foram muito duras”.
Aline Silva começou perdendo por 7 a 0 para a canadense Justina Di Stasio. Na rodada seguinte, a atleta do Sesi-SP bateu a colombiana Andrea Gutierrez por 3 a 0. Contra a norte-americana Victoria Francis, Aline passou com 10 – 0, e na última outra vitória: 3 a 2 sobre a venezuelana Soleymi Hernandez.
A atleta do Sesi-SP comemorou o resultado na Bahia, um bom início para sua campanha para Tóquio 2020. ”O nível das adversárias é cada vez mais forte no wrestling mundial e ficar entre as primeiras no seu continente é mais do que especial, um bom sinal para as próximas”.

Olá, amigos leitores do LANCE! A temporada de 2017 já começou e o momento atual é de reflexões e mudanças para um novo ciclo olímpico que se inicia para Tóquio 2020. Em todas as modalidades é possível observar atletas, técnicos e confederações cortando tudo que é possível, de apoios até eventos. Na luta olímpica, hoje chamada de Wrestling, não é muito diferente. Em 2016,  após a Olimpíada do Rio de Janeiro, o número de competições diminuiu como sempre acontece em ano de Jogos. Hoje é difícil apontar quais serão os eventos, intercâmbios e treinamentos que teremos condições de participar em conjunto. Para o atleta é ruim, pois para ganhar mais experiência, ritmo de luta e vontade de evoluir é preciso estar em ação. Como eu disse, 2017 ainda não está definido nosso calendário. O que sabemos até o momento é que os recursos para o esporte serão diminuídos! Por esta razão, a Confederação Brasileira de Wrestling está estudando de que forma poderemos participar das competições representando o Brasil.

 
Desde as categorias de base defendo o Brasil eu levo o nome da modalidade no País. Tenho certeza de que os resultados obtidos em mundiais, como as inéditas medalhas em 2006 no Mundial Júnior e em 2014, os pódios de Pans e a participação olímpica foram importantes para a luta olímpica e ajudaram a fomentar novos atletas. O Sesi-SP, minha equipe, também faz um trabalho forte para revelar futuros campeões. Mas esses atletas precisam competir. Tirando alguns campeonatos como Jogos Abertos – em 2016 pude representar a minha cidade, Cotia, é impossível se programar.

 
Espero que mais eventos entrem no nosso calendário e que para o novo ciclo olímpico, mesmo com dificuldades, os nossos representantes acertem no planejamento. O brasileiro é um povo criativo, trabalhador e persistente. Por isso, tenho esperança de que vamos retomar o caminho das vitórias.

Desejo a todos um feliz 2017 e que o esporte olímpico brasileiro aproveite o legado da Rio 2016 e fomente todas as modalidades esportivas, que possamos encontrar novos parceiros para continuarmos as conquistas.

A publicação de março de 2016 destaca as 30 promessas jovens do Brasil em vários segmentos da sociedade, incluindo o esporte. Matheus Santana e Aline Silva, atletas assessorados pela Onboard Sports, fazem parte da matéria especial da revista Forbes.

Matheus Santana é um dos principais nadadores do País. Com 19 anos, o velocista é o mais novo da lista dos 30. Em 2016, o atleta disputará sua primeira olimpíada. À revista, Matheus disse: ”Espero chegar lá (Olimpíada) e não ter nenhum resultado diferente do que as medalhas”.

Aline Silva, maior nome da história da luta olímpica do Brasil, tem 29 anos e é uma das esperanças de medalha na Olimpíada. A atleta da Marinha do Brasil e do Sesi-SP. ”Me tornei referência nesse esporte e muito do que sou devo ao caminho difícil que trilhei”.

A Revista Forbes já está nas bancas!

A brasileira Aline Silva conquistou mais uma medalha internacional na sua carreira. Nesta sexta-feira (26), a paulista ficou com a medalha de bronze do Pan-Americano Sênior, que ocorreu na cidade de Frisco, nos Estados Unidos. Foi o terceiro pódio consecutivo da atleta na temporada. ”Minha chave teve lutas duras e boas. Isso é fundamental em um evento preparatório como esse. Quanto mais adversárias de alto nível pelo caminho melhor. Agora voltamos para o Brasil para mais um período de treinamento em março”, disse a atleta.
Para chegar à disputa da medalha, Aline Silva, que luta na categoria até 75 kg, venceu a cubana Lisset Echevarria por encostamento no primeiro round. Na semifinal, derrota para a canadense Justina Di Stasio por 5 a 2. Na última luta, Aline levou o bronze batendo a mexicana Diana Gonzales por encostamento.

No evento-teste da luta olímpica, que ocorreu no fim de janeiro, no Rio de Janeiro (RJ), Aline Silva ficou com a medalha de bronze. Já no Torneio Internacional da Ucrânia, realizado no domingo (14), com a segunda colocação.

Aline é dona do melhor resultado do País na história da luta olímpica. Em 2014, Aline chegou na decisão do Mundial da modalidade e ficou com a prata. A atleta do Sesi-SP é uma das principais esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. A boa regularidade de Aline nos últimos tempos é um fator positivo para quem sonha em brilhar em uma Olimpíada em casa. Além do bronze no Pan de Toronto, a atleta do Sesi-SP alcançou em 2015 seu 13ª título brasileiro de luta olímpica na categoria até 75kg, ficou em terceiro lugar do pan-americano da modalidade no Chile. Em 2014, a lutadora também faturou o ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Mundial Militar e no Grand Prix de Paris, alcançando o 3° lugar no ranking mundial.

Atleta se prepara para a Rio 2016 em mais um evento de ponta da luta olímpica

A brasileira Aline Silva disputa, nesta sexta-feira (26), mais um evento internacional no wrestling, modalidade também chamada de luta olímpica. A atleta do Sesi-SP e da Marinha do Brasil será destaque do Pan-Americano Sênior, que será realizado na cidade de Frisco, nos Estados Unidos. O objetivo da paulista é se consolidar entre as melhores do mundo na categoria até 75 kg e chegar pronta para a Rio 2016. ”O pan da minha categoria é um evento importante no calendário. As atletas do continente estão sempre nos pódios dos principais campeonatos. O nível, por isso, fica ainda mais forte, já que qualquer detalhe faz a diferença quando as meninas conhecem os estilos”.

Para Aline Silva, a motivação só aumenta com a proximidade dos Jogos. Além disso, a brasileira está escalada para competir seu terceiro campeonato internacional em menos de um mês. ”O ano começou voando e já pude sentir o gostinho do evento-teste da Rio 2016 e passar um período na Ucrânia, competindo e treinando. Vamos com tudo em busca de mais um pódio”. No evento-teste da luta olímpica, que ocorreu no fim de janeiro, no Rio de Janeiro (RJ), Aline Silva ficou com a medalha de bronze. Já no Torneio Internacional da Ucrânia, realizado no domingo (14), com a segunda colocação.

Aline é dona do melhor resultado do País na história da luta olímpica. Em 2014, Aline chegou na decisão do Mundial da modalidade e ficou com a prata. A atleta do Sesi-SP é uma das principais esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. A boa regularidade de Aline nos últimos tempos é um fator positivo para quem sonha em brilhar em uma Olimpíada em casa. Além do bronze no Pan de Toronto, a atleta do Sesi-SP alcançou em 2015 seu 13ª título brasileiro de luta olímpica na categoria até 75kg, ficou em terceiro lugar do pan-americano da modalidade no Chile. Em 2014, a lutadora também faturou o ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Mundial Militar e no Grand Prix de Paris, alcançando o 3° lugar no ranking mundial.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia e Angel Aldama. A atleta de 29 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio de Auto Shopping Global e Caixa Econômica Federal.

Aline Silva ficou, neste domingo (31), com a medalha de bronze no evento-teste da luta olímpica Rio 2016, na Arena Carioca 1. A atleta do Sesi-SP e da Marinha do Brasil venceu a chinesa Qian Zhou por desistência após a rival sofrer uma lesão. O ouro da categoria até 75kg do estilo livre do wrestling ficou para a atual campeã Mundial e do Pan, Adeline Grey (EUA), algoz da brasileira na luta de abertura. Segundo Aline Silva, o resultado na competição deu um gostinho olímpico pra ela. ”Fico bastante contente em disputar um evento no mesmo local dos Jogos, que serão em agosto. Até lá tem muito treino e dedicação para buscar o pódio para o Brasil. Meu objetivo aqui era ficar com o ouro, mas ainda não estou no meu auge físico e técnico”.

A brasileira espera que na Rio 2016 consiga vencer a Adeline Gray depois de ser derrotada pela norte-americana na final do Mundial 2014, na semifinal do Mundial 2015 e na primeira rodada do Pan 2015. ”A luta foi bem pegada (2 x 0) e acredito que está na hora de vencer a Grey. Estou perto. A Olimpíada será um evento bastante forte tecnicamente, mas certamente estarei pronta para vencer. O objetivo do evento-teste era esse mesmo, procurar os erros para corrigi-los a tempo das Olimpíadas”.

Ucrânia

A atleta brasileira embarca nesta semana para a Ucrânia com a seleção de wrestling. Aline Silva fará treinos no país europeu antes de participar de uma competição. ”Vai ser bom para poder sentir minhas adversárias treinando e a competição será mais uma chance de testar o nosso treinamento. Vamos ver o que está dando certo e funcionando, além de corrigir os erros”, contou a atleta que classificou o Brasil para a Olimpíada de 2016 na categoria até 75kg.

Aline é dona do melhor resultado do País na história da luta olímpica. Em 2014, Aline chegou na decisão do Mundial da modalidade e ficou com a prata. A atleta do Sesi-SP é uma das principais esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016, que ocorrem em um ano no Rio de Janeiro. A boa regularidade de Aline nos últimos tempos é um fator positivo para quem sonha em brilhar em uma Olimpíada em casa. Além do bronze no Pan de Toronto, a atleta do Sesi-SP alcançou em 2015 seu 11ª título brasileiro de luta olímpica na categoria até 75kg, ficou em terceiro lugar do pan-americano da modalidade no Chile. Em 2014, a lutadora também faturou o ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Mundial Militar e no Grand Prix de Paris, alcançando o 3° lugar no ranking mundial.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 29 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Siga a atleta em www.facebook.com/alineluta
e no site http://alinesilvalutaolimpica.com.br

Aline Silva disputa, neste sábado (28), o Golden Grand Prix no Azerbaijão, último evento da atleta na temporada 2015. A paulista já está classificada para a Olimpíada de 2016 e usa a competição como preparação para os Jogos. A lutadora compete na categoria até 75kg na modalidade wrestling ou luta olímpica. ”A competição será muito forte, pois as melhores lutadoras do mundo estarão em ação. O Grand Prix vale premiação em dinheiro. Vamos com tudo, estou bastante otimista para a competição, que será a última. Encerro o ano com bons resultados, uma classificação olímpica e uma medalha pan-americana. Ano que vem espero melhorar ainda mais e conquistar a tão sonhada medalha na Rio 2016”, disse. A estreia de Aline Silvaem Baku, no Azerbaijão, será contra a atleta Natallia Lanko, da Bielo-Rússia. A vencedora enfrenta pelas quartas-de-final Guzel Manyurova, do Kazaquistão.

A representante do Sesi-SP e da Marinha do Brasil foi indicada como melhor atleta de 2015 na luta olímpica no Prêmio Brasil Olímpico. A entrega da honraria será em 15 de dezembro no Rio de Janeiro (RJ).

A atleta é dona do melhor resultado do País na história da luta olímpica. Em 2014, Aline chegou na decisão e ficou com a prata. A atleta do Sesi-SP é uma das principais esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016, que ocorrem em um ano no Rio de Janeiro. A boa regularidade de Aline nos últimos tempos é um fator positivo para quem sonha em brilhar em uma Olimpíada em casa. Além do bronze no Pan de Toronto 2015, nesta temporada a atleta do Sesi-SP alcançou seu 11ª título brasileiro de luta olímpica na categoria até 75kg, ficou em terceiro lugar do pan-americano da modalidade no Chile. Em 2014, a lutadora também faturou o ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Mundial Militar e no Grand Prix de Paris.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 29 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal.

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Classificada para os Jogos Olímpicos de 2016 na modalidade wrestling / luta olímpica, Aline Silva recorreu ao financiamento coletivo pela internet da Kickante para buscar mais apoio para os seus treinamentos. A atleta da categoria até 75 kg não tem adversárias e parceiras de treino com as mesmas características e por isso seu marido Flávio Ramos é quem faz o trabalho de sparring nas atividades diárias. O problema é que a Confederação dela não tem condições de bancar as viagens de seu companheiro de treinos. Por isso, a medalhista pan-americana e mundial decidiu buscar o apoio dos fãs e internautas para captar recursos para manter seu sparring.

”Essa campanha é para somar forças ao meu treinamento para a Olimpíada. Vou investir em levar o Flávio para os eventos e treinamentos fora de São Paulo. Ele me ajuda muito aqui no Brasil, porém ainda preciso dele no dia-a-dia. A confederação promete nos apoiar, mas não em todas as competições. Não é fácil achar meninas disponíveis, às vezes quando são minhas adversárias diretas algumas preferem não treinar muito comigo e nos campeonatos preciso dele para aquecer e para os últimos treinos antes das lutas”, disse Aline Silva.

Quem ajudar na campanha terá recompensas da própria lutadora.Para contribuir com no mínimo R$ 10 basta acessar http://www.kickante.com.br/campanhas/treinamento-para-olimpiadas-na-luta

A representante do Sesi-SP e da Marinha do Brasil é dona do melhor resultado do País na história da luta olímpica. Em 2014, Aline chegou na decisão do Mundial da modalidade e ficou com a prata. Aline é uma das principais esperanças de medalha para o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016, que ocorrem em menos de um ano no Rio de Janeiro. A boa regularidade dela nos últimos tempos é um fator positivo para quem sonha em brilhar em uma Olimpíada em casa. Além do bronze no Pan de Toronto 2015, nesta temporada, a atleta do Sesi-SP alcançou seu 11ª título brasileiro de luta olímpica na categoria até 75kg e ficou em terceiro lugar do pan-americano da modalidade no Chile. Em 2014, a lutadora também faturou o ouro nos Jogos Sul-Americanos, no Mundial Militar e no Grand Prix de Paris.

Aline Silva é treinada por Pedro Garcia, Angel Aldama e Alejo Morales. A atleta de 28 anos defende o Sesi-SP e a Marinha do Brasil, tendo patrocínio da Caixa Econômica Federal.

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